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Eleições 2026 · Atualizado em 27/08/2026

Eleições 2026: quem são os 13 candidatos e o que está em jogo

A corrida tem Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos e mais sete candidaturas. O primeiro turno será em 4 de outubro.

Urna eletrônica brasileira
Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE · domínio público

O registro eleitoral reúne 13 candidaturas. Lula e Flávio concentram a maior parte das intenções de voto, mas a disputa inclui projetos muito diferentes sobre Estado, trabalho, segurança e política externa. Augusto Cury tenta ocupar o espaço contrário à polarização; Zema, Caiado e Renan disputam o eleitorado de direita com programas próprios. Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Pablo Marçal, Rui Costa Pimenta, Samara Martins e Wilson Grassi completam a lista. O eleitor deve comparar propostas, custo, viabilidade legislativa e capacidade de execução — não apenas slogans.

Quem está oficialmente na disputa

A lista registrada reúne Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata). A existência do registro não elimina a possibilidade de questionamentos jurídicos, substituições ou atualizações durante a campanha.

Onde estão as diferenças reais

Os programas divergem sobre quatro eixos centrais. Na economia, há propostas de privatização ampla, flexibilização trabalhista, expansão do investimento público e reorganização administrativa. Na política social, os candidatos discutem manutenção, ampliação ou condicionamento de benefícios. Na segurança, aparecem integração policial, câmeras corporais, redução da maioridade penal, enquadramento de facções como terrorismo e uso das Forças Armadas. Na institucionalidade, há propostas de mudar o STF, limitar decisões individuais, adotar mandatos e até alterar o sistema de governo.

Calendário e regras

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro de 2026. Caso ninguém alcance mais da metade dos votos válidos, o segundo turno será em 25 de outubro. Presidente não governa sozinho: reformas constitucionais exigem três quintos dos votos em dois turnos na Câmara e no Senado, enquanto medidas orçamentárias dependem de receitas, limites fiscais e negociação parlamentar.

Como acompanhar sem cair em torcida

Compare o documento registrado, entrevistas e eventuais atualizações. Uma promessa deve trazer mecanismo, custo, fonte de financiamento, prazo e indicador. Também é essencial distinguir o que depende diretamente do Executivo daquilo que exige Congresso, Banco Central, estados, municípios ou Judiciário.

O que observar

Propostas eleitorais podem mudar durante a campanha. A existência de uma proposta não significa que ela seja constitucional, financiada ou executável sem aprovação legislativa.

Fontes

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